5 out 11 Sete Dias Para Uma Eternidade, de Marc Levy 13
Publicado por: Fracky | Arquivado em: Literatura


Sete Dias Para Uma Eternidade

Autor: Marc Levy
Editora: Bertrand Brasil
Páginas: 254
Nota: 8,5

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Sinopse: Apadrinhada por Miguel, que a considera a melhor agente da Central de Inteligência dos Anjos, Zofia é convocada ao gabinete do Senhor, recebendo a missão de vencer o mal que impera na Terra num prazo de sete dias. Ao mesmo tempo em que Zofia recebe sua tarefa, Satã dá a Lucas o mesmo período de tempo para erradicar o Bem do planeta. Àquele que conseguir arrastar a humanidade para o seu lado será concedido o poder para administrar o novo mundo. Com São Francisco como teatro de operações, os agentes de elite do céu e do inferno iniciam uma luta sem tréguas, na qual Zofia começa em desvantagem: o Mal está presente em todo o mundo.

Ele tem o charme do diabo e ela a força dos anjos.

Apesar de já ter escutado falar sobre o autor Marc Levy, nunca tinha lido nenhuma obra dele. O máximo que eu sabia era que o filme “E Se Fosse Verdade” foi baseado em uma obra dele, mas confesso que apesar de achar o filme fofo e engraçado nem me interessei a ir atrás do livro.

Eis que em uma conversa com a Morg, ela estava falando o quanto ama os livros do autor e disse que, pelo meu estilo, eu iria gostar de ler o “Sete Dias Para Uma Eternidade”.

Coincidentemente na semana seguinte eu encontro o livro com um mega desconto na Saraiva, comprei o exemplar por R$12,90 no sábado à tarde e passei o domingo lendo a obra indicada.

Então, Sete Dias Para Uma Eternidade foi o livro que me apresentou a escrita de Marc Levy e agora eu compreendo porque ele é o autor francês mais lido e porque seus livros são traduzidos para tantos idiomas ao redor do mundo. O talento do cara definitivamente não se questiona, a escrita dele chega até o leitor.

A trama, apesar do clichê bad boy falls for good girl, é apaixonante e com uma ótima sacada na hora de escolher o cenário: Após anos de rivalidade, Deus e Lúcifer decidem fazer uma aposta para colocar um ponto final nessa guerra eterna. Cada um terá que enviar seu melhor “agente” para uma missão na Terra, que tem o prazo de sete dias. Zofia é o anjo enviado do Céu e Lucas é o demônio enviado do Inferno, quem vencer essa batalha garantirá que o Bem ou o Mal governe a Terra e os humanos.

Confesso que o começo do livro é lento, mas assim que Zofia e Lucas se encontram o ritmo acelera e você não consegue mais parar de ler.

Sete Dias Para Uma Eternidade contém vários personagens marcantes, Zofia e Lucas são incriveis e com senso de humor. Ao longo do livro um vive dando tiradas no outro – ponto muito positivo na obra, pois deixou o livro divertido.

Eu queria que o nosso tempo parasse para poder vivê-lo, para conhecê-la e amá-la como você merece, mas esse tempo nos une sem nos pertencer. Eu sou de uma outra sociedade, onde tudo é ninguém, onde tudo é uno; eu sou o mal, você, o bem, eu sou a diferença, mas acho que a amo, por isso pode me pedir o que quiser.
- Lucas

Os outros personagens também estão lá por um motivo, não são só pano de fundo. Cada um tem sua função na trama. Inclusive o livro tem um pouco de simbologia bíblica, mas nada muito forte. Na verdade é bem sutil, apenas uma base pra história.

Ouça bem, é a história mais bonita do mundo: Bachert é a pessoa que Deus destinou a você, é a sua outra metade, o seu verdadeiro amor. Então, a lucidez da sua vida será encontrá-la e… sobretudo, reconhecê-la.
- Reine

Definitivamente Marc Levy sabe como criar um romance envolvente com pitadas de humor, ação e um pouquinho de suspense.

Ponto negativo: na verdade não é bem um ponto negativo, mas é algo que “faltou”, ao menos pra mim. A missão sobre conquistar a Terra e os humanos, seja para o lado do bem ou do mal ficou um pouco em aberto, nunca foi realmente explicado o que os agentes deveriam fazer. Fica no ar e eu gostaria que o autor tivesse abordado um pouco mais essa parte.
Mas nada que comprometa a leitura, talvez você nem sinta falta disso.

E se você assim como eu não conhecia os livros de Marc Levy, Sete Dias Para Uma Eternidade é uma ótima opção para começar!


16 mai 11 RESENHA: Sangue Quente – Isaac Marion 12
Publicado por: Elmo | Arquivado em: Lançamentos , Literatura


Sangue Quente

Autor: Isaac Marion
Editora: Leya
Páginas: 256
Nota: 9,8

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Sinopse: R é um jovem vivendo uma crise existencial – ele é um zumbi. Perambula por uma América destruída pela guerra, colapso social e a fome voraz de seus companheiros mortos-vivos, mas ele busca mais do que sangue e cérebros. Ele consegue pronunciar apenas algumas sílabas, mas ele é profundo, cheio de pensamentos e saudade. Não tem recordações, nem identidade, nem pulso, mas ele tem sonhos.

Após vivenciar as memórias de um adolescente enquanto devorava seu cérebro, R faz uma escolha inesperada, que começa com uma relação tensa, desajeitada e estranhamente doce com a namorada de sua vítima. Julie é uma explosão de cores na paisagem triste e cinzenta que envolve a “vida” de R e sua decisão de protegê-la irá transformar não só ele, mas também seus companheiros mortos-vivos, e talvez o mundo inteiro.

Assustador, engraçado e surpreendentemente comovente, Sangue Quente fala sobre estar vivo, estando morto, e a tênue linha que os separa.

Paixão. Talvez essa seja uma boa palavra pra definir minha relação com “Sangue Quente”. Foi arrebatador, foi surpreendente, foi totalmente novo pra mim. Na real, todo o meu processo com esse livro foi meio cheio de surpresas (boas). Quem acompanha o blog, sabe como descobri e ganhei este livro, na pré-estreia de um filme de terror. Depois de recebê-lo numa bandeja de carne falsa, fui para casa e não resisti a uma espiada no conteúdo. Só de ler as orelhas e a contra capa, já fiquei empolgado. Pulei pra dentro e, com apenas uma dúzia de páginas, fiquei hipnotizado.

É um tipo de história manjada sobre zumbis: mortes, comedores de cérebros, humanos não-infectados se escondendo… Para quem gosta de seriados como The Walking Dead, games como Resident Evil, livros como Noturno, e outras histórias de mortos-vivos, a identificação com o tema é rápida. Só que a mudança de perspectiva narrativa apresentada faz toda a diferença. O autor mostra de forma poética que zumbis podem pensar e sentir emoções para além daquelas causadas pela degustação de um cérebro quentinho.

O personagem principal, chamado R (o que pra mim pareceu ser uma referência à Romeu), não se lembra do passado, de antes de se tornar zumbi. Ele mora em um avião estacionado no aeroporto e passa o tempo todo pensando sobre sua condição atual. Tudo muda quando ele conhece a jovem Julie (que deve ser uma referência à Julieta). A paixão se inicia do jeito mais improvável possível: ele come o cérebro do namorado de Julie.

Daí em diante, os dois passam a viver numa corrida para mudar o mundo, contrariando o desejo do Sr. Grigio, pai da mocinha, e do “Ossudos”, zumbis muito antigos, feitos somente de ossos velhos.

O modo como os dois se enlaçam aos poucos, a vida que passam a compartilhar e o modo como encontram soluções para os problemas cotidianos da relação fazem do livro uma excelente fonte de diversão. Você vai se emocionar e rir diversas vezes.

Isaac Marion, em seu romance de estreia, soube transmitir com maestria uma história poética, reflexiva, filosófica, de viés social, enredo envolvente e sem ser chatão. Você certamente vai captar uma série de mensagens sobre estar vivo num mundo de gente morta, de gente passiva, que não se importa com o que há ao redor e não luta por nada. Também vai ver nas entrelinhas uma série de metáforas sobre preconceito, tolerância, aceitação, e muito mais.

Ah! E as referências musicais são um show à parte. Adoro quando um livro me inspira a ouvir músicas. E a trilha sonora da história não podia ser melhor: Frank Sinatra, The Beatles e por aí vai.

Telona - Hollywood não dormiu no ponto e um filme baseado na história já está em produção, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2012. É bom correr pra ler antes de sair a película, pra já chegar no cinema apaixonado por esse romance.

Justificando a nota 9,8: eu certamente daria um 10 com muito gosto. Resolvi dar um desconto simbólico na nota por conta de um certo desleixo da editora com o texto. Obviamente o cuidado com a revisão do conteúdo foi mínima. O livro tem uma aparência linda, super caprichado, mas editorialmente a Leya escorregou. Nada que prejudique a história de um modo geral, é claro. Entretanto, se você, como eu, se atenta a detalhes como palavras escritas de forma errada, vai perder a fluidez da leitura em alguns pontos. Incomoda um pouco o fato de terem deixado de fazer uma revisão cuidadosa do texto final dessa grande obra antes de mandar a edição para a gráfica. Paciência, né…

Ótima leitura!

Elmo é colaborador do blog, jornalista e dono do Lado Pacificador.


11 mai 11 RESENHA: A Vidente – Hannah Howell 9
Publicado por: Fracky | Arquivado em: Literatura


A VIDENTE
As irmãs Wherlocke #1

Autor: Hannah Howell
Editora: Lua de Papel
Páginas: 224
Nota: 8

SKOOB
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Sinopse:Estamos no século XVIII, na Inglaterra georgiana. Como todas as gerações de sua família, Chloe Wherlocke possui habilidades especiais, e o seu dom é enxergar além da visão física. Em 1785 ela prevê a morte de uma mulher que acabara de dar à luz e toda uma trama para atender a motivos escusos. Ao encontrar uma criança abandonada ao lado do corpo da mãe, ela salva o bebê e o cria escondido do mundo. Fazia isso por amor, mas talvez houvesse neste gesto alguma força do destino… Com o passar dos anos, Chloe descobre que o encontro com a criança não havia sido uma simples coincidência e nota, pouco a pouco, um desenrolar de acontecimentos que envolviam todos os membros de sua família num jogo de traições, mentiras e assassinatos. Consciente de tudo, ela precisa ser rápida para salvar a vida do pai do menino, o conde Julian Kenwood, e avisá-lo que o filho não morreu. Mas, ao se aproximar da família Kenwood, Chloe percebe seu sentimento de proteção por Julian se transformar enquanto a cada momento tudo fica mais perigoso.

A Vidente é um romance de banca com uma bela capa e que é vendido em grandes livrarias. Mas não leve essa primeira frase como um comentário pejorativo, muito pelo contrario, eu adoro os romances de banca!

Mas confesso que tenho certo preconceito com as capas, não que isso me impreca de ler qualquer tipo de livro. Porem as capas de romances de banca são realmente constrangedoras. Se todas tivessem capas tão bonitas como A Vidente, e vendesse em livrarias, talvez não houvesses tanta gente com preconceito e pré-conceito – algumas até sem ao menos ter lido nada do gênero.

Dito isso, fica aqui minha admiração pela Editora Lua de Papel por ter pegado o romance de Hannah Howell e dado uma capa digna (apesar de não ter muito a ver com a personagem principal, que na verdade é morena) e na formatação de livros “normais” e não pockets.

Sem deixar de falar sobre aquele detalhe fofíssimo do laço fechando o livro!

Em A Vidente o romance é histórico, estamos no século XVIII e nossa heroína da vez é Chloe Wherlocke e que, como a maioria das pessoas da família, possui um dom, ela tem visões e premonições do futuro. E é com uma dessas visões que ela consegue salvar o filho do conde Julian Kenwood.

Graças a uma nova visão, Chloe também salva a vida do próprio Julian e agora ela precisa escondê-lo, para que ele possa se recuperar dos ferimentos. E protegê-lo porque alguém vem tentando matá-lo nas ultimas semanas, além de precisar contar a verdadeira história sobre seu filho.

E é claro que Chloe acaba se envolvendo demais e se apaixonando por Julian, só resta descobrir se Julian também sente o mesmo.

Como todo bom romance adulto A Vidente tem suspense, ação, romance (duh) e cenas queeeentes!
É um livro leve e rápido, que pode ser usado como escape do seu dia-a-dia. Nada surpreendente, mas é uma leitura agradável.

Eu já estou aguardando a próxima aventura das irmãs Wherlocke e seus dons!


14 fev 11 RESENHA: Longe Demais – Jennifer Echols 10
Publicado por: Fracky | Arquivado em: Literatura

LONGE DEMAIS

Autor: Jennifer Echols
Editora: Pandorga
Páginas: 240
Nota: 9
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Sinopse: Tudo o que Meg sempre quis foi fugir. Fugir do colégio. Fugir da sua pacata cidade. Fugir de seus pais, que pareciam determinados a mantê-la presa em uma vida sem futuro. Mas, em uma noite louca envolvendo trilhos de ferrovia proibidos e desafiadores, ela vai longe demais… e quase não consegue voltar.

John escolheu ficar. Para impor o cumprimento das leis. Para servir e proteger. Ele desdenha a rebeldia infantil e quer ensinar a Meg uma lição que ela não esquecerá tão cedo. Mas Meg o leva ao limite ao questionar tudo o que ele aprendeu na academia de polícia. E quando ele a pressiona para saber por que ela não se prende a nada, a resposta os levará a um caminho sem volta…

Gostaria de agradecer a Editora Pandorga que, após comprar os títulos da Jennifer Echols e ver meu post com a resenha de Going Too Far, mandou e-mail falando que o livro seria publicado no Brasil e também ofereceu um exemplar para resenha da edição nacional “Longe Demais”.

Como já resenhei Going Too Far aqui no blog estou repostando a resenha com comentários adicionais sobre a edição nacional – e também com alguns adendos da história que por ventura eu esqueci de comentar.

Quero começar a comentar sobre a capa, que (graças a Deus!) a Editora Pandorga resolveu manter a original, porem não sei se vocês repararam, mas na edição americana a menina tem um piercing na sobrancelha e na edição nacional ela não tem. Sinceramente, não sei por qual motivo resolveram retirar o piercing na capa nacional, talvez para não influenciar os jovens leitores? Se esse foi o motivo acho que não adiantará muito, já que no conteúdo do livro há coisas “piores”, como referências a sexo, bebidas e maconha.
Pra quem não havia notado as pequenas mudanças da capa, é só fazer a comparação agora:


Tirando esse detalhe, a edição gráfica ficou fantástica. As primeiras páginas, conhecidas como folhas de rosto, do livro têm um acabamento rosa lindo – que não tem na edição americana. Ficou fantástico mesmo, a Editora Pandorga está de parabéns!

Em Longe Demais, Meg, nossa heroína da vez, tem 17 anos e é a típica garota rebelde. Ela é forte, impulsiva e não liga para o que os outros pensam, mas na verdade essa atitude de garota má é apenas uma mascara, ou um escudo, para que ninguém realmente veja como ela é. É a forma que Meg achou para se proteger e bloquear tudo o que já passou. Com seu cabelo azul, piercings e tatuagens a única coisa que ela pensa é em sair da cidade, logo após a formatura – que será em alguns meses. Enquanto isso ela se diverte bebendo e quebrando as regras em sua pequena cidade no Alabama.

Mas uma noite, em mais uma de suas loucuras, Meg e seus amigos resolvem ir beber na famosa ponte da cidade – uma ponte ferroviária que guarda uma lenda que um casal de namorados morreram ali. E dessa vez Meg passa dos limites… invadindo os limites do Policial After.

Policial After, ou John, é o policial (que tem o corpo de Matt Damon em sua fase sexy, segundo a Meg) que prende Meg e seus amigos por beberem na ponte. E fará eles pagarem por quebrar uma lei da cidade. Sendo assim um deles irá passar uma semana trabalhando (nas férias de verão!) junto com os policiais, outro com os bombeiros e outro com os paramédicos. Essa é a idéia de John, para que eles aprendam a lição.

Meg acaba sendo “escalada” para ficar com os policiais, ou melhor, com apenas um policial o Policial John After. Que ao contrario do que ela pensou na primeira vez que o viu, só tem 19 anos. Juntos eles descobrem que talvez não sejam tão diferentes assim, ambos passaram por muitas coisas que os fizeram criar os escudos que hoje ambos usam para se proteger das pessoas. John, assim como Meg, também tem seus próprios fantasmas.

Meg é confiante e agressiva, John é complexo e intrigante. Por uma semana eles terão que ficar juntos, Meg com sua rebeldia e vontade infinita de sair da cidade e John com sua obsessão de sempre rondar a ponte, servindo e protegendo a cidade. Entretanto, aos poucos as mascaras caem, segredos são revelados e um amor nasce entre eles, mas ambos sabem que essa relação não tem como dar certo já que John escolheu ficar e Meg não vê a hora de partir.

Longe Demais alem de lindo, te dá uma visão sobre vários assuntos. Não é do tipo que te faz chorar, mas te faz pensar. Depois que terminei de ler, fiquei horas pensando na história e me colocando no lugar dos personagens (e desejando um John pra mim, claro).

Quando comecei a ler não achei que o livro seria tão intenso, apesar de pequeno. Jennifer Echols escapou dos típicos ya books e criou um drama com ação, perigo, sarcasmo e paixão. Longe Demais foi escrito de um modo muito realista, com dificuldades do passado tanto para Meg quanto para John superar. Não foi um livro que eu já sabia como iria terminar. Fui surpreendida em diversos pontos da trama que prendeu minha atenção até a última pagina.

Uma das coisas que me cativou muito também foi a referência musical, eles escutam músicas do All American Rejects diversas vezes! Além de outras bandas e artistas que eu gosto muito.

Em minha opinião a tradução da Editora Pandorga está muito boa e não fez com que o livro perdesse a essência da Jennifer Echols. Apenas em um quote eu acho que a tradutora pecou, ela traduziu “lady” como “patroa”. Não acho que faça sentido naquele contexto, sem falar que acho “patroa” um termo muito feio. Talvez um “dama”  ou “senhorita” fosse melhor naquele momento.

- I’m down for just a few hours, and I want to show the lady a good time while we’re here. (…) No, the lady would not happen to have blue hair. Her hair is indigo. Cyan.

- Vou ficar aqui apenas algumas horas e quero que a patroa se divirta enquanto estivermos aqui. (…) Não, a patroa por acaso não tem cabelos azuis. Seus cabelos são indigos. Ciano.

Há outros errinhos de digitação também, porem isso encontramos até em outras grandes obras. É uma falha de revisão que com certeza deverá ser corrigido na próxima edição do livro, porque sim, acredito que irá vender muito e essa primeira prensagem irá acabar em breve!

E você está esperando o que pra garantir seu exemplar de Longe Demais e se apaixonar por John After (ou pela Meg, se você for menino)?

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