O NOIVO DA MINHA MELHOR AMIGA
(Something Borrowed)
Origem: EUA, 2011
Duração: 114 minutos
Direção: Luke Greenfield
Roteiro: Jennie Snyder
Elenco: Kate Hudson, Ginnifer Goodwin, John Krasinski, Colin Egglesfield.
Data de Estreia: 13/05/2011
Sinopse: Rachel, uma advogada muito certinha, está prestes a completar 30 anos. Na comemoração, ela acaba bebendo demais e vai para a cama com Dex, amigo de faculdade e também noivo da sua melhor amiga Darcy. Sentindo-se péssima com a situação, as coisas parecem piorar a cada momento, pois Rachel será madrinha do casamento e vai ter que lidar com os preparativos da festa, seus sentimentos por Dex e ainda, a sua amizade cultivada desde a infância com a noiva traída.
Antes de publicar a resenha que fiz sobre o livro “O Noivo da Minha Melhor Amiga” – leia aqui! – eu entrei em contato com a Playarte para ter mais informações sobre o lançamento do filme e inserir no post.
E eles não só confirmaram que o lançamento no Brasil seria realmente no dia 13 de maio, como também me convidaram para participar da cabine de imprensa do filme.
Para quem não sabe, cabine de imprensa é uma sessão fechada e exclusiva para imprensa (dã), na maioria jornalistas, para avaliação do filme antes da estréia oficial nos cinemas.
Por isso que quando um filme estréia, já tem aquelas criticas e estrelinhas aprovando ou reprovando o filme em jornais, revistas e sites.
A cabine de imprensa de “O Noivo da Minha Melhor Amiga” aconteceu ontem, dez dias antes do lançamento oficial no Brasil e antes até do lançamento nos Estados Unidos, que será nesta sexta, dia 06.
E lá estava eu, em um mini cinema com mais uns 10 jornalistas assistindo a adaptação do livro homônimo e incrível de Emily Giffin.
Quando eu li “O Noivo da Minha Melhor Amiga” em nenhum momento eu pensei em pessoas como Ginnifer Goodwin para Rachel (até porque a Rachel é loira) ou Kate Hudson para Darcy.
Mas quando vi o primeiro trailer eu me encantei com a escolha dos atores, tirando a Ginnifer como Rachel, porque apesar de adorar a atriz ela não era nada como a Rachel que eu imaginava. E depois de assistir o filme preciso dizer que concordo com todas as escolhas.
Kate Hudson fez uma perfeita Darcy, do jeitinho – personalidade – que eu imaginava, além do mais a Kate tem uma super bagagem com filmes desse tipo, qualquer papel ela seria incrível.
Colin Egglesfield foi outro acerto em cheio, bonito e charmoso! Achei que ele seria mais um rostinho bonito na tela e não atuaria nada, mas ele fez um ótimo trabalho como Dex. Ele lembrou muito o Tom Cruise quando era mais novo e eu já virei fã do cara!
Ginnifer Goodwin ficou ótima como Rachel, paguei minha língua, senti vontade de chacoalhar ela da mesma forma que tive vontade de fazer com a Rachel do livro. Ela tem cara de boazinha e passou a essência da Rachel para a telona, sem dúvidas.
John Krasinski como Ethan foi, sem dúvida, a melhor escolha de todo o elenco. O cara é incrível, todo papel que ele faz é hilário e toda vez que ele aparecia na tela ele roubava a cena e era risada garantida! Ele conseguiu deixar o Ethan mais apaixonante do que no livro.
Steve Howey como Marcus foi uma opção que eu aceitei, mas não foi algo marcante. Eu não imaginava ninguém no papel e como ele é coadjuvante, tanto faz. Mas no roteiro do filme o Marcus é bem diferente do livro, no filme ele é muito idiota-bobo-retardado que só pensa em sexo. E não livro ele não é assim, ele é divertido e simpático, mas não retardado. Enfim, não se pode ter tudo, não é memso?
O filme começa exatamente na festa de aniversário de 30 anos da Rachel e a partir daí, depois que ela dorme com Dex, o filme desenrola com eles lidando com a situação do presente e tendo flashbacks do passado.
Quando o “Something Borrowed” apareceu na telona, fiquei com medo de que tivessem estragado o livro com apenas mais uma comédia romântica boba.
Mas não é SÓ mais uma comédia romântica, é claro que, não tem nenhum grande efeito, não fala sobre nenhuma guerra ou super herói. E provavelmente vocês irão ler criticas ruins sobre o filme, mas é natural, críticos de cinema tendem a não gostar de comédias românticas por serem tão previsíveis.
Mas é exatamente por isso que gostamos desse tipo de filme, porque já imaginamos que o final será feliz – a não ser que seja adaptação de algum livro do Nicholas Sparks, aí a gente já separa o lencinho na bolsa!
E repito o que disse, não é só mais uma comédia romântica, e foi exatamente esse o comentário que todo mundo fez ao final da sessão. É uma comédia romântica de qualidade!
Além de romance, o filme é muito divertido. Os coadjuvantes roubam a cena, não tem como não rir com Ethan, Marcus e Claire. Até mesmo com Darcy e Rachel.
O cenário do filme é New York, temos muitas paisagens e ruas da big apple. Para quem é amante da cidade, como eu, irá adorar. E há também… LONDRES! SIM!!! (teaser para quem leu o livro)
A Emily Giffin, a autora, faz uma pontinha no filme em um estilo Stephenie Meyer em Crepúsculo. Ela aparece por uns 5 segundos lendo “Something Blue” em um banco no Central Park, ao lado da Rachel e Marcus. Fiquem espertas, se piscarem irão perder, é muito rápido!
Confesso que senti falta de algumas partes sim, como o e-mail que o Dexter manda para a Rachel, ele com ciumes por ela ter ficado com Marcus e mais alguns diálogos. Mas vamos aceitar os fatos, nem tudo entra no filme, por isso se chama adaptação.
Algumas coisas estão faltando? Sim, estão. Algumas coisas foram alteradas? Sim, foram. Mas foi para criar uma melhor dinâmica para o filme, que é diferente da leitura do livro.
Ainda assim eu achei o filme incrível, eles conseguiram criar a Rachel inteligente e inofensiva; Dex que mesmo traindo a noiva, consegue ser integro; Darcy só pensando em seu umbigo, mas precisando da amizade da Rachel e Ethan, o melhor amigo que todas querem ter.
E um parabéns para a sonoplastia, que diferente dos outros filmes que a musica tema NUNCA toca realmente – só quando a tela fica preta e sobre os créditos, em “O Noivo da Minha Melhor Amiga” a música tema “Little Too Much” da Natasha Bedingfield começa a tocar uns 10 minutos antes do filme acabar, é muito amor, não da vontade de sair do cinema.
De quebra o final ao mesmo tempo em que deixa o gancho para um possível segundo filme, também consegue ser plausível para terminar apenas ali.
Eu definitivamente irei assistir “O Noivo da Minha Melhor Amiga” novamente e comprar o DVD quando sair. Nos vemos dia 13 de maio nos cinemas?
Elenco: Neve Campbell, Emma Roberts, Courteney Cox, David Arquette, Marielle Jaffe, Rory Culkin, Erik Knudsen, Hayden Paniettiere, Marley Shelton, Adam Brody, Anthony Anderson, Marielle Jaffe, Nico Tortorella, Anna Paquin e Kristen Bell
Sinopse: Em ‘Pânico 4′, Sidney Prescott (Neve Campbell) agora é autora de um livro de auto-ajuda, e retorna para Woodsboro na última parada de sua turnê para promover o lançamento. Lá, ela reconecta-se com o sherife Dewey (David Arquette) e Gale (Courteney Cox) – agora casados – assim como sua prima Jill (Emma Roberts) e sua tia Kate (Mary McDonnell). Infelizmente, o retorno de Sidney também traz Ghostface de volta, colocando Sidney, Gale e Dewey, junto com Jill, seus amigos e toda a cidade de Woodsboro, em perigo. Inspirado em vários filmes de terror, o assassino retorna, mas desta vez, as regras são baseadas no novo clichê.
Sábado, dez e alguma coisa da manhã, recebo um SMS da Fracky com um pedido especial. Ela soube que eu tinha ido à pré-estreia do filme de terror Pânico 4 na última segunda-feira, dia 11, e que algumas surpresas tinham rolado naquela noite. Pediu, então, pra eu contar pra vocês como foi.
Tudo começou com ingressos que ganhei numa promoção de um site. Assim que recebi o e-mail confirmando que ganhei, comecei a ficar aflito, ansioso pra ver o filme. Desde que anunciaram a produção de Pânico 4, todas as minhas memórias de adolescência sobre a série voltaram. Participei ativamente de toda a agitação de máscaras do filme em festas de Halloween e tudo mais. Vi o primeiro filme várias vezes e tal. É daquelas coisas que marcaram uma geração. Quando comecei a ler as notícias, fiquei mais empolgado ainda. Couretney-Cox-Estrelona-já-fiz-Friends, David Arquette e Neve Campbell voltariam para a franquia, assim como o diretor e o roteirista originais Wes Craven e Kevin Williamson. Todos comemora!
Com a expectativa transbordando, fui lá assistir. Chegando no evento, vi que num canto havia uma tonelada de brindes. Como eram muitos, já fiquei feliz. Com tantos presentes, era pouco provável que fizessem sorteios e com certeza eles distribuiriam um pra cada pessoa. Adoro brinde.
Quando o cara do site anunciou o início da sessão e a luz baixou, ficamos esperando começar a rodar a fita. Mas aí é que veio a surpresa: mortos-vivos invadiram a sala de cinema. Isso mesmo! Meia dúzia de zumbis entraram e começaram a entregar os brindes. Foi uma mistura de Castelo do Terror de parque de diversão e comédia pastelão. Alguns atores estavam levando muito a sério, já outros começaram a tirar sarro, querendo assustar as pessoas e alguns tropeçaram muito nos degraus da sala. Ri demais.
Quando recebi meu brinde, me deparei com uma bandeja de carne, tipo aquelas de supermercado. Só que debaixo da “carne” encontrei um livro. UM LIVRO! Quase tive um troço. Vou ver a pré-estreia de um filme e ganho um lançamento incrível da Editora Leya. Bela ideia da distribuidora do filme, da editora e do site que promoveu o evento. O livro recebido foi Sangue Quente, de Isaac Marion, que chega às lojas do Brasil no mês que vem. Já comecei a ler, já me apaixonei pela história e já prometi uma resenha para o blog o mais rápido possível. Aguardem!
Voltando ao filme: achei incrível, achei demais. A metalinguagem presente o tempo todo no roteiro é extremamente eficiente. A referência a filmes e séries é muito engraçada. Os atores estão sensacionais. A história está irresistível. Os sustos? Estão lá, esperando por todos vocês. E, como eu disse, é tudo uma volta ao tempo para quem era adolescente na década de 1990.
Vale muito o ingresso. Programa divertidíssimo. Tem toda aquela especulação de “quem é o assassino?”, que rende bons comentários com a pessoa sentada ao lado, essenciais nesse tipo de filme. Mesmo tentando adivinhar quem está por trás da máscara dessa vez, preparem-se para um final muito, muito surpreendente.
Mas sabe o que é mais legal? O roteiro mostra a relação entre jovens nos dias de hoje, o papel das redes sociais e da internet nesses relacionamentos e o doentio desejo pelos minutos de web fama que as pessoas perseguem. Filme de terror com crítica social embutida não é todo dia que se vê.
Pra terminar: espero do fundo do coração que não façam Pânico 5. Melhor que eles terminem a franquia por aqui, com um golaço, do que estragando tudo arrastando outras sequências sem sentido.
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Elmo é colaborador do blog, jornalista e dono do Lado Pacificador.
Sinopse: Priscila tem dezesseis anos e é uma garota normal, mais normal do que gostaria. Mora com a mãe, que viajou a trabalho por vinte dias, deixando a casa pela primeira vez só para ela. É nesse curto espaço de tempo que sua vida passa por grandes mudanças, da perda da virgindade até começar a gostar de alguém que, pela primeira vez, também vai gostar dela. Escrito a partir do roteiro do filme de mesmo nome que estreou em janeiro de 2011, Desenrola é uma divertida e emocionante comédia romântica adolescente, contada por essa menina que morre de medo do mar mas não pensa duas vezes antes de mergulhar nas aventuras mais doidas. É no meio de uma confusão de hormônios, sentimentos e expectativas que tudo rola…. E se desenrola!
Acredito que todos já ouviram falar do filme nacional “Desenrola”, isso porque rolou promoção aqui no blog pra uma sessão exclusiva antes do lançamento oficial e também porque depois tinha cartazes do filme em quase todos os cinemas. Certo?
O que talvez algumas pessoas não saibam é que agora também existe o livro Desenrola, mas ao contrario da “ordem normal” dos filmes que são baseados em livros, o livro Desenrola foi baseado no roteiro do filme.
E o mais bacana é que o livro foi escrito pelas roteiristas do filme – Rosane Svartman (que além de roteirista é diretora do filme) e Juliana Lins. Ou seja, é o mais próximo possível do que vemos na tela.
A capa é a mesma arte do pôster de divulgação do filme, até aí, sem muita surpresas. Mas o que me cativou foi o trabalho gráfico dentro do livro.
A cada novo capítulo há uma foto – que foi retirada de cenas do filme – para ilustrar o que vamos ler a seguir, além de alguns outros detalhes que vemos na capa também (estrelas, caveiras, borboletas, coração etc).
Eu li o livro em um dia, com uma leitura super leve e divertida Rosane e Juliana abordam temas que são tabus e dramas que todo adolescente passa!
Então temos Priscila, uma garota de 16 anos que quer perder a virgindade – de preferência com o Rafa, aquele surfista gato por quem ela tem uma queda.
Tudo começa quando sua mãe vai viajar e Priscila fica sozinha em casa por três semanas, a oportunidade ideal para Priscila poder fazer as loucuras que todo adolescente tem vontade, mas tem sempre seus pais no pé.
Temos também Caco, seu melhor amigo; Tize, irmã do Rafa e que estuda na mesma sala que ela; Boca, atrapalhado e divertido que começa a gosta de Priscila; e Amaral, o melhor amigo de Boca.
Juntos eles precisam trabalhar em uma pesquisa do colégio em que o tema é: Quantas adolescentes do Ensino Médio ainda são virgens?
Ao mesmo tempo em que o trabalho rola, Priscila tenta desenrolar algo com Rafa. Mas quando ela conta que ainda é virgem, ele pula fora. Enquanto Boca começa a notar que aquela branquela esquisita tem algo de especial.
E agora eles estão desenrolando e se metendo em muita confusão, quebrando a cara (porque é isso que nós fazemos quando somos adolescentes e não escutamos as pessoas). Mas no final aprendemos, mesmo errando. Porque afinal, é essa a graça de ser adolescente.
Apesar de a personagem principal ser a Priscila, no livro a história é contada pelo ponto de vista de mais dois personagens: Boca e Amaral. O que deixa o livro ainda mais divertido, porque esses dois personagens são HILÁRIOS.
A única coisa que eu senti falta é de saber mais sobre os personagens Tize e Caco, que também estão passando por situações difíceis e que talvez seja o reflexo de muitos adolescentes. Poderiam ter explorado melhor eles - e seus dilemas – de uma forma mais profunda.
Concluindo, é um livro que eu indico para todas as idades, e pra quem viu o filme e não quer ler porque pensa que é praticamente a mesma coisa, aqui vai uma conselho: o final tem um bônus de detalhes dos acontecimentos que NÃO tem no filme!
Laís, mais conhecida como Fracky, as vezes Lah, 23 anos, SP, escorpiana, publicitária, social media, blogueira e bookaholic. Apaixonada por música, maquiagem, chocolate, cinema e cultura pop. Quer saber mais sobre mim?
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No Ar Desde: 06.dezembro.2009 Leitores Online: Resenhas Publicadas: + 90