Qual a inspiração por trás da saga Crepúsculo? O que levou Stephenie Meyer a criá-la? Imperdível para os fãs!
De um estranho sonho até uma série de livros de sucesso e um colossal fenômeno cinematográfico, Stephenie Meyer capturou a imaginação de milhões de pessoas com suas histórias sobre uma garota normal e o vampiro que ama. Agora, a própria autora torna-se o foco das atenções em uma edição especial ilustrada que examina sua vida e a enorme popularidade dos livros de sua saga.
Esta edição ainda inclui um capítulo sobre a história e as lendas da tribo indígena Quileute e de Forks, a cidade real em Washington onde se passam as histórias de “Crepúsculo”; um registro fotográfico da influência do mundo criado por Meyer sobre a cidade; curiosidades sobre a produção dos filmes e outras surpresas.
Quando me ofereceram essa biografia em quadrinhos da Stephenie Meyer para resenha, confesso que fiquei com receio de aceitar por dois motivos:
Primeiro porque, vamos ser honestos aqui, quem é fã de Crepúsculo sabe que a vida da Stephenie antes do sucesso era bem boring. E eu sou do tipo que prefere ler sobre um vida agitada, por exemplo, uma biografia de algum rock star que morreu de overdose ou da Britney por causa de todos os escândalos e fofocas!
Mas da vida da Stephenie? Ela sempre foi a menina certinha e religiosa que ganhou a bolsa na universidade, casou com um cara da sua religião e teve filhos. Alguém aí ainda está acordado? Pois é.
O segundo motivo é que não entendo nada de revistas em quadrinhos, HQs, Mangás, Graphic Novels e todos os seus derivados. A minha experiência com quadrinhos começa e termina com a Turma da Monica que, diga-se de passagem, a ultima vez que li eu estava na 4ª ou 5ª série.
Resumindo, eu não queria me comprometer a resenhar algo que eu poderia não entender. Que não é “minha vibe”, mas acabei aceitando o desafio.
Então eu li.
E como eu havia previsto, a parte da biografia é mesmo desinteressante. Nenhuma informação nova na vida pacata e normal da Stephenie Meyer. Mas em compensação os desenhos são bem traçados e bonitos, não que eu seja perito nessa área, mas gostei do que vi.
Agora o que achei uma ótima sacada é que a biografia não começa simplesmente com quadrinhos do inicio da vida da Stephenie.
E sim com um vampiro contando a história dela de uma forma positiva, como se ela fosse uma lenda, alguém que os vampiros precisassem saber quem é.
Isso porque ela ajudou a vender a imagem deles, sendo assim eles não precisam mais caçar pra ter sangue ou se esconder, pois agora todas as garotas do mundo sonham com vampiros.
Mas a parte bacana mesmo é que depois da história da Stephenie Meyer (que é bem superficial na biografia, sem muitos detalhes), vem algumas páginas dedicadas a história de Forks e sobre a lenda da Tribo Quileute.
Depois algumas fotos de como a cidade de Forks se adaptou ao sucesso de Crepúsculo, usando os personagens e locais citados no livro para agradar os turistas que passam por lá todos os dias.
Essas foram as partes que salvaram o Graphic Novel, pois se fosse apenas a história da Stephenie Meyer eu provavelmente nem estaria aqui fazendo essa resenha.
E por fim há curiosidades sobre a produção do filme Crepúsculo e Lua Nova, fato que me deixou um pouquinho decepcionada, pois não há nenhuma informação realmente nova.
Quer dizer, talvez quando o quadrinho foi originalmente publicado em 2009 as curiosidades fossem novidades. Mas hoje todo mundo que acompanha fansites da série já conhecem esses fatos. Entende?
Stephenie Meyer e a Origem de Crepúsculo foi uma leitura rápida, bem rápida mesmo. Eu li no metro indo para o trabalho e terminei antes de chegar à estação que era meu destino.
Se eu indico? Para os fãs de Crepúsculo sim. Se você coleciona spin-off da série, objetos e coisas do tipo (como eu!) então você vai gostar de ler a biografia da autora em quadrinhos. Além de ser mais um item para a sua coleção.
E talvez indicaria para quem leu os livros, mas não sabe muito sobre como a autora teve o insight para escrever.
Mas se você não se encaixa em nenhuma das duas categorias, então não vale a leitura.
Mais um Na Caixinha do Correio, onde eu mostro para vocês o que chegou aqui em casa durante a semana e que provavelmente terá resenha no blog. Continue lendo “Na Caixinha do Correio #4” »
Confira a resenha de Opúsculo, paródia da série Crepúsculo.
OPÚSCULO – A PARÓDIA Autor: The Harvard Lampoon Editora: Novo Século Páginas: xx Nota: 6,5 Compre agora!
Sinopse: Escrito pelo grupo “The Harvard Lampoon”, responsáveis por outras sátiras a sagas famosas como “O Senhor dos Anéis”, o livro “Opúsculo – a Paródia” (”Nightlight” no original) conta a história de amor de Belle Goose e o misterioso e brilhante Edwart Mullen.
A desajeitada garota obcecada por vampiros chega à cidade de Switchblade e observa estranhos acontecimentos. Um geek com nenhum interesse por garotas deixa seu almoço no prato e a salva de uma bola de neve ocasionando a revelação: Edwart só pode ser um vampiro.
Imitando a capa do primeiro romance de Stephenie Meyer, a obra do grupo de Harvard é apresentado da seguinte forma:
“Sobre três coisas eu estava absolutamente certa.
Primeira, Edwart talvez fosse, muito provavelmente, minha alma gêmea.
Segunda, existia uma parte do vampiro dentro dele – que eu presumia que estivesse completamente fora de seu controle – que queria me ver morta.
E terceira, eu incondicionalmente, irrevogavelmente, impenetravelmente, heterogeneamente e ginecologicamente desejava que ele tivesse me beijado.”
CREPÚSCULO VERMELHO Autor: Laura Elias Editora: Mythos Páginas: xx Nota: 8,5 Compre agora!
Sinopse: Megan é uma jovem de 17 anos subitamente envolvida em uma doce e sombria história de amor com Bill, famoso – e misteroso – líder de uma banda de rock. Ela só não sabia que Bill não é uma pessoa comum. Na verdade, ele pertence a um grupo de seres dotados de capacidades incomuns e gosto por sangue humano.
Assim que recebi o exemplar da queridíssima Laura Elias grudei nele e li em um dia. Na contra-capa do livro diz que se você gostou de Crepúsculo irá se apaixonar por Crepúsculo Vermelho. E acredito que é bem isso mesmo, não sei se foi coincidência, inspiração ou se Laura Elias e Stephenie Meyer tem a mesma essência na hora de escrever, mas Crepúsculo Vermelho é tão cativante e os personagens tão intensos e apaixonantes como de Crepúsculo. Continue lendo “RESENHA: Crepúsculo Vermelho – Laura Elias” »
Laís, mais conhecida como Fracky, as vezes Lah, 23 anos, SP, escorpiana, publicitária, social media, blogueira e bookaholic. Apaixonada por música, maquiagem, chocolate, cinema e cultura pop. Quer saber mais sobre mim?
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