DESAPARECIDAS
Autor: Chris Mooney
Editora: Suma de Livros
Páginas: 312
Nota: 8
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Sinopse: Darby McCormick conhecia Melanie Cruz e Stacey Stephens havia anos. Amigas de infância, celebravam então o aniversário de 16 anos de Melanie, numa bebedeira descompromissada na floresta. Mal sabiam que aquela noite marcaria o fim trágico de sua história conjunta: ao testemunharem acidentalmente o brutal assassinato de uma mulher, elas fugiram apavoradas do local, mas deixaram pistas suficientes para que o criminoso as encontrasse e garantisse o seu silêncio eterno. Das três, somente Darby sobreviveu.
Vinte e cinco anos depois, ela trabalha como investigadora para o Departamento de Polícia de Boston. Sua função é justamente vasculhar cenas de crimes em busca até das pistas que pareçam mais insignificantes. Como se quisesse, inconscientemente, vingar as amigas.
Em Desaparecidas, o primeiro romance de uma série policial que a tem como protagonista, Darby terá, afinal, a sua chance. Quando uma jovem é levada de sua própria casa no meio da noite, uma testemunha inesperada cruza o caminho de Darby. A moça, Rachel Swanson, está em estado de choque, malnutrida – e estava desaparecida havia cinco anos. Como ela, existem outras, de quem suas famílias nunca mais ouviram falar. E que podem ter sido vítimas de um mesmo psicopata, o Viajante. Possivelmente o mesmo que há anos aterroriza os pesadelos de Darby.
No livro Desaparecidas, Darby, a protagonista, nos leva por um passeio pelos sentimentos humanos mais profundos, aqueles que só descobre-se existirem nos momentos de maior aflição.
A mulher, uma policial do departamento de Boston, posiciona-se o tempo todo como uma personagem muito forte, durona. Mas, em seu íntimo, ela vive conflitos e remorsos que a tiram do eixo, algo compartilhado apenas com os leitores, que acabam se colocando no lugar da personagem e sentindo tudo o que ela vive.
A perda de pessoas queridas é o mote principal da história. E as perdas não se resumem apenas aos desaparecimentos advindos dos sequestros do psicopata chamado O Viajante. As perdas cercam Darby McCormick desde o início da história: a morte das amigas de infância, a morte do pai, a perda de testemunhas no caso investigado, a mãe no limiar entre vida e morte… Todas elas mostram o quanto é difícil encará-las e o quão importante é o apoio de pessoas queridas nesses momentos.
O interessante na narrativa de Mooney é o modo de mostrar a visão do psicopata e revelar logo cedo sua identidade (ou uma delas, pelo menos). O desfecho teria sido mais interessante caso o autor não tivesse deixado tão óbvia a resposta para o maior enigma do livro. Uma pena, pois depois de menos de três quartos da história, é muito fácil saber como ela se resolve.
Ainda assim, vale a leitura pelos jogos psicológicos que muitas vezes tomam as páginas e te prendem a atenção. Alguns trechos são daqueles de não querer parar de ler enquanto não acabar.
É um livro um pouco forte, eu diria indicado para maiores de 14 anos, no mínimo. Ele é ideal para quem curte séries como Whitout a Trace e Cold Case, pois parece uma mistura de enredo das duas. Se você é fã de suspense, mistérios e histórias de crimes aparentemente insolucionáveis, não perca Desaparecidas, de Chris Mooney.
Fica, no fim das contas, só um gostinho de quero mais no ar. Apesar de ser uma história independente, saber que ela é o início de uma série de livros sobre a policial McCormick te deixa esperando por mais. Você vai se pegar torcendo e esperando por algumas pequenas coisas mal resolvidas neste livro, como vida amorosa de Darby, por exemplo. Só me resta aguardar mesmo…
Elmo é colaborador do blog, jornalista e dono do Lado Pacificador
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14 Comentários em “ RESENHA: Desaparecidas – Chris Mooney ”
Me lembra o estilo da Tess Gerritsen, parece bem interessante!
Mas essa capa me dá medo, ain :S
Não consegui ficar olhando por muito tempo >_<
Gostei muito da resenha, gosto bastante de livro assim, com suspense e jogos psicológicos!
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Eu ganhei esse livro, mas ainda não chegou… Estou doida para ler ^^
Uma pena que o desfecho seja meio óbvio… mas como eu meio tapadinha, é capaz de ser uma surpresa para mim =)
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Eu sempre vejo essa capa, e só agora me toquei que tem uma mulher caída ali x_x ahahaha
Primeira resenha que leio do livro, amei.
“[...]acabam se colocando no lugar da personagem e sentindo tudo o que ela vive.” Nada melhor do que se prender no livro ao sentir que tudo aquilo está acontecendo com a gente hehe E adooro Cold Case.
Quero pra mim *-*
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Olá!!!
Eu li e adorei!!!!!!!
Eu também publiquei um post sobre esse livro, já que nunca leio série policial… e este me surpreendeu!
Parabéns pela resenha, ficou muito boa!
Quando der, dá uma passadinha no meu blog…
Beijos,
Débora
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Nunca tinha conhecido este livro, e achei interessante para quem quer uma leitura mais sombria, cheia de místerios e suspense. Esse parece ser daqueles livros que a pessoa fica tão envolvida da história que parece virar o personagem, esquecendo que aquilo não está acontecendo realmente.
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*-*
Estou com o livro aqui em casa mas ainda não tive tempo de ler… :S
Tenho outros livros na “fila”. Mas parece ótimo! Também tenho o Echo Park, da coleção Policial da Suma, parecem ótimos!!
Adoro esse gênero de livro: prende nossa atenção e a curiosidade rola solta!!!
=*
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Eu comecei a ler hoje. Parece bem legal (eu adoro CSI, Without a trace, …).
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Nunca ouvi flaar desse lido, mas pela sua descrição, nao é dos piores livros, ao contrario, deixa obvio que independente seja obvio o fim, ele prende e faz viajar na leitura e isso é o minimo que um livro pode oferecer ao leitor.
Fica mais essa dica de livro!
=)
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ai Não amiga…eu tenho medo dessa capa sério. Juro por Deus.
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Eu ganhei esse livro, mas ainda não chegou…
Super anciosaaa =D
=**
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Oi Fracky, to louca para ler a sua resenha sobre o livro “Binno OXZ e o Clã de Prata” Sabe quando vai aparecer aqui no seu blog?
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Fracky,
Eu gostei muito desse livro. Achei bem escrito e a trama bem elaborada.
Parabéns pela resenha.
Bjs
Luka.
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eu só tinha lido a sinopse desse livro, parece ser legal!
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nunca li serie policial! mas esse livro parece ser legal
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